Acho que meu pesadelo da vez durou a noite inteira. Vou tentar resumir:
Eu estava com a minha namorada em um lugar bizarro. Parecia um mundo de fantasia tipo "Uma história sem fim". Estávamos em um labirinto natural com plantas, estradas de terra e bichos que não existem. Precisávamos sair desse labirinto e não sermos pegos pelos bichos porque, acreditem, eles eram assustadores. Alguns lembravam aquele bicho do filme "O Labirinto do Fauno".
Depois de alguns vários minutos na etapa do labirinto e várias aventuras que não lembro bem ao certo conseguimos fugir e encontrar um avião de volta pra casa. Esse avião tinha duas poltronas só onde iriam eu e minha namorada. A entrada no avião já era bizarra. Você entrava deitado e passava por algumas verificações. Minha namorada entrou primeiro e eu logo depois. Quando o avião decolou e ficou um tempinho ar, o seu chão se abriu e depois de tentarmos muito não cair, não conseguimos e caímos em uma praia. Lembro de ter amortecido a queda colocando a mão na areia e rolando. Andamos bastante até chegarmos a um enorme viaduto com pessoas estranhas e sanguinárias. Além disso, observei uma das criaturas estranhas do labirinto circulando por esse viaduto. Minha namorada resolveu matar a criatura mas travou uma batalha muito difícil e com muito sangue. Quando ela finalmente conseguiu percebi que tinha derramado todo o sangue da criatura em cima do churrasco das pessoas estranhas do viaduto. Tentei amenizar e não lembro direito como essa parte do pesadelo terminou. Mas garanto que teve bastante discussão.
Um pouco depois de chegamos em casa eu resolvi contar o que tinha acontecido pra minha mãe. Quando cheguei na parte do avião ela queria demonstrar que isso não era possível e resolveu levar a gente para passear em seu avião próprio. Ao chegar próximo ao viaduto bizarro adivinhem o que aconteceu! O chão do avião se abriu novamente e começamos a cair. Esbarramos em várias estruturas de concreto mas conseguimos aterrissar. Aqui aconteceu mais um buraco no sonho mas em algum momento depois da queda lembro que caçávamos um coelho com muito esforço. Conseguimos tirar a sua pele e o deixar em carne viva. Mas de novo o sangue sujava o churrasco das pessoas estranhas e sanguinárias. As discuções pareciam começar novamente.
Esqueci de dizer que na parte do labirinto éramos obrigados a beber metanol e etanol. Minha namorada até gostava.
Acordei agora como se tivesse saído de uma guerra! Acho que esse pesadelo durou a noite inteira.
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